Rede Portuguesa de Smart Cities

IMG_3844Está marcada para dia 12 deste mês (Novembro), a oficialização da rede de cidades inteligentes em Portugal.
Trata-se de um “upgrade” ao que atualmente existe e está constituído desde 2009, a RENER, Renewable Energy Living Lab, criado pela INTELI – Associação Inteligência e Inovação, com vista a agilizar processos de inovação de tecnologias e soluções relevantes para a sustentabilidade energética e ambiental.
“Queremos agora avançar para outro patamar”, refere Catarina Selada da INTELI, revelando que a ideia é constituir uma rede com as cidades que compões actualmente a RENER e abrir o projecto a outras que queiram “contribuir e aderir a um projecto que visa preparar as cidades para o futuro”, refere.

Primeiro Living Lab de Mobilidade na Europa*

O RENER – Renewable Energy Living Lab, foi criado pela INTELI, com vista a agilizar processos de inovação de tecnologias e soluções relevantes para a sustentabilidade energética e ambiental, tem como objectivo impulsionar a integração dos vários atores no processo de inovação para a mobilidade eléctrica, com um especial enfoque no utilizador, potenciando domínios de conhecimento emergentes e a maximização das oportunidades económicas associadas.
O RENER integra a Rede Europeia de Living Labs (European Network of Living Labs – ENoLL) e conta com o apoio da Comissão Europeia.

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Sintra, Porto, Vila Nova de Gaia, Loures, Cascais, Braga, Almada, Guimarães, Coimbra, Leiria, Viseu, Setúbal, Viana do Castelo, Aveiro, Torres Vedras, Santarém, Faro, Évora, Castelo Branco, Guarda, Beja, Portalegre, Bragança e Vila Real, subscreveram um acordo com o Governo português no âmbito da Conferência Internacional sobre Mobilidade Eléctrica que teve lugar em Lisboa, em 29 de Junho de 2009, criando desta forma uma Rede Piloto, o MOBI.E, com vista à operacionalização da primeira fase do Programa para a Mobilidade Elétrica.

Mais do que instalar uma solução de carregamento, os municípios constituintes da Rede Piloto ambicionam constituir-se como territórios de experimentação, teste e validação de novas soluções para a mobilidade, criando um laboratório de experimentação de soluções à escala nacional. Esta experiência constitui uma mais valia para a competitividade dos territórios a nível europeu.

Com a implementação de um laboratório vivo (entendido como um espaço para o desenvolvimento, teste, experimentação e validação de tecnologias, comportamentos e soluções) os municípios ganham:

  • Fatores de atratividade económica
  • Competências para integrarem redes internacionais de mobilidade
  • A aposta na sustentabilidade das cidades
  • Colocam os respectivos territórios no ranking das cidades inteligentes

* Fonte: INTELI

Vitor Pereira

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